- Eu não desisti.
- Então o que é, quem ama não desiste.
- Eu não desisti, só parei de tentar em algo que não vá dar em nada.
-J.H (via insolenimente)
(Source: stupidity-of-a-bum, via promisses-oflove)
- ELE: Alô
- ELA: Oi.
- ELE: (suspira) Ah, é você… De novo.
- Ela sente um frio na barriga quando ouve a hostilidade na voz dele
- ELA: Desculpa, é que eu não consigo.
- ELE: É, você já disse isso. Vem cá garota? O que cê quer hein?
- ELA: eu quero ouvir sua voz.
- ELE: hummm
- ELA: (silêncio)
- ELE: já ouviu, já chega né?
- ELA: tudo bem então.
- Ele desliga.
- Na madrugada o telefone toca de novo, ele ver o número gira os olhos vendo quem era mas atende assim mesmo.
- Ele com uma voz hostil diz: oi.
- ELA: oi.
- ELE: você não cansa não? Parece até que não tem outra coisa pra fazer.
- ELA: até tenho, só que não paro de pensar em você.
- Ele ri consigo mesmo, ela fica aliviada ao ouvir um sorrisinho vindo do outro lado. Era primeira vez que ele ria,depois de inúmeras ligações.
- ELA: o que é engraçado?
- ELE: nada demais… Uma garota pensando em mim e tals..
- Ela ri.
- ELA: Bem, eu penso em você.. E muito.
- ELE: então diz quem você é.
- ELA: Ahh, isso eu não posso.
- ELE: e porque não?
- ELA: Ora, porque eu tenho vergonha.
- ELE: E por que você tem vergonha?
- Ela já se sentindo mais segura resolveu se soltar um pouquinho.
- ELA: Ah, qual é… Você é o popular da escola, todos são seus amigos, todas as meninas querem você. Que chance eu teria?
- ELE: Ahhhhh, então você é da minha escola?
- Ela dá um tapinha na própria testa, se castigando por ter deixado passar essa informação.
- ELE: Olha, ficou calada agora. Quem cala consente hein?- disse ele com ar de humor.
- Ele estava mais extrovertido ou era impressão dela? Ele nunca tinha agido assim… Com certeza estava em ótimo humor.
- ELE: A gente já se falou na escola?- perguntou ele antes mesmo de ela pensar em falar alguma coisa.
- Agora ela sabia porque ele estava tão animadinho. A curiosidade estava fervendo nele.
- ELA: Uma ou duas vezes- respondeu Sincera. O que faltou dizer, foi que essas duas conversas foi dois meros acidentes.
- A primeira conversa resumiu-se em um esbarrão e um pedido de desculpa de ambos os lados. A segunda, ela desleixada deixou a caneta caí e ele super educado juntou e a devolveu. Ela só faltou ter um treco.
- ELE: Hummm, então a gente se conhece…
- ELA: Tecnicamente…
- ELE: E a gente é da mesma classe?
- Ela começou e temer. Um pouco mais de informação e ele poderia facilmente descobrir.
- ELA: Sabe de uma coisa.. Já são duas da madrugada, acho que vou parar de te perturbar..
- ELE: Ei, ei, ei…- disse ele a interrompendo- eu não to me sentindo nem um pouco incomodado.
- ELA: O que me surpreende- diz ela- você não aguenta uma ligação minha por dois minutos e agora fica puxando conversa- ela estava confusa. Será que ele já sabia quem ela era?
- ELE: Por que tá tão aflita agora?
- ELA: Eu não to aflita - respondeu ela rapidamente.
- ELE: Ixie, ta na defensiva. To perto de saber quem é você né?
- Oh Deus! Ela estava perdida! Se ele descobrisse quem ela era seria o fim. Ela teria que mudar de escola, de cidade, de PAÍS, pois com certeza, se ele descobrisse que ela era a nerd do fim da sua fileira na escola que ficava admirando a costa dele como uma boba e passava a maior parte do tempo calada, por ser super tímida e esquisita… Oh Deus! Ele nunca ia poder saber.
- Então ela respira fundo e tenta parecer normal para não dar muita bandeira.
- Ela sorriu tranquilamente para descontrair.
- ELA: Claro que não! Você nunca poderia imaginar quem sou eu. Nunca pensaria que sou eu…
- ELE: Hummm, não concordo. Nesse exato momento estou imaginando as meninas menos prováveis que seja.
- Uouuuuu… Isso tava ficando sério. Ela com certeza seria uma das garotas improváveis que ele estava imaginando. Desesperada ela desliga o telefone.
- ELE: Alô, alô??- diz ele no telefone sozinho.
- Droga, ela havia desligado!!
- Naquela noite ele quase não dormiu imaginando quem seria a tal menina.
- Seus pensamentos iam em direção á uma certa garota. Ela sentava no fim da sua fileira na escola, sempre tão calada e sempre tão linda.
- Tudo que ele queria é que nas poucas vezes que ele se permitia dá uma olhada na direção dela, ela o olhasse de volta.
- Tudo que ele queria é que fosse ela no telefone.
Aquele momento na aula em que você está com muito sono, mas fica tentando se manter acordada porque o professor está de olho:
O que eu faço depois de rir muito: ( ) Fico sério (x) Respiro fundo (X) Falo “ai ai” (X) Começo a rir denovo
-Camila Costa. (via in-perfeito)
(Source: camilacosta, via versificar)
— O quê?
— Você morre de saudades.
— Não, não é assim.
— Como é, então?
— Eu vivo de saudades.
-Camila Costa. (via in-perfeito)
(Source: camilacosta, via versificar)





